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São Paulo, São Paulo, Brazil
Professor da EEFE-USP; Praticante e Pesquisador de Judô; Preparador físico de atletas de modalidades esportivas de combate.

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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Eder Jofre ganha Troféu Adhemar Ferreira da Silva (Fonte: COB)

São Paulo - Em 2010, o esporte brasileiro comemorou os 50 anos da conquista do maior pugilista da história nacional: Éder Jofre. Em 1960, aos 24 anos, ele conquistou o título mundial dos galos, ao nocautear o mexicano Eloy Sánchez, nos Estados Unidos, por nocaute, no 6º rounde. Em homenagem ao boxeador, revelado na antiga academia do São Paulo FC e que conservou o cinturão da Associação Mundial de Boxe (AMB) por cinco anos, o Comitê Olímpico Brasileiro concedeu o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, instituído em 2001 e entregue, tradicionalmente, na cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico. Este ano o evento está marcado para o próximo dia 20, no Rio de Janeiro, no Teatro do MAM.
O Troféu Adhemar Ferreira da Silva premia atletas que aliam eficiência técnica, esportividade, companheirismo, sentido de coletividade e respeito ao próximo. "Agradeço o reconhecimento que o COB, fico emocionado por ter minhas conquistas lembradas até hoje", declarou Eder, hoje com 74 anos. "O boxe representa tudo para mim e a ele devo tudo que ganhei na vida. Espero que minha conduta e minhas conquistas continuem servindo como exemplos para a juventude, a quem eu sempre aconselho que se dedique integralmente ao esporte", afirmou.
Em 1973, Eder conquistou seu segundo título mundial, agora na categoria pena, e manteve a posição por três anos, até aposentar-se, aos 40. Possui um cartel invejável de 72 vitórias na carreira, sendo 50 por nocautes, com quatro empates e apenas duas derrotas. No início da década de 1990, o Eder Jofre foi incluído na seleta lista de estrelas do Hall da Fama do boxe.
O Troféu
O Troféu Adhemar Ferreira da Silva foi criado pelo COB em 2001, como forma de homenagear atletas e ex-atletas que representem os valores éticos, esportivos e morais que marcaram a trajetória de Adhemar, um exemplo de eficiência técnica, esportividade, companheirismo, sentido de coletividade e respeito ao próximo, entre outros.
Adhemar, paulistano da Casa Verde, morto em 2001 aos 73 anos, foi bicampeão olímpico do salto triplo, em Helsinque 1952 e Melbourne 1956. Ainda nos anos 1950, estabeleceu cinco vezes o recorde mundial da prova e conquistou o tricampeonato pan-americano.
Os homenageados de 2001 a 2009
2001 - Nelson Prudêncio - Atletismo
2002 - João Gonçalves Filho - Natação e Pólo Aquático
2003 - Amaury Antonio Passos - Basquete
2004 - Maria Lenk - Natação
2005 - Agberto Guimarães - Atletismo
2006 - Aída dos Santos - Atletismo
2007 - André Gustavo Richer - Remo
2008 - João Havelange - Natação e Pólo Aquático
2009 - Joaquim Cruz - Atletismo

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

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Sucesso competitivo e respostas neuroendócinas em atletas de luta olímpica

J Strength Cond Res. 2010 Nov 24. [Epub ahead of print]
Relationships Between Competitive Wrestling Success and Neuroendocrine Responses.
Fry AC, Schilling BK, Kraemer WJ.
1Applied Physiology Laboratory, Department of Health, Sport and Exercise Sciences, University of Kansas, Lawrence, Kansas; 2Human Performance Laboratories, Department of Health and Sport Sciences, The University of Memphis, Memphis, Tennessee; and 3Human Performance Laboratory, Department of Kinesiology, The University of Connecticut, Storrs, Connecticut.

Abstract
Fry, AC, Schilling, BK, and Kraemer, WJ. Relationships between competitive wrestling success and neuroendocrine responses J Strength Cond Res 24(X): 000-000, 2010-Previous research on wrestling suggests winning wrestlers will have a greater increase in testosterone (Tes) than losing wrestlers, although the physiological mechanism is unknown. To determine the role of the sympathetic nervous system in this phenomenon, 12 male wrestlers from an National Collegiate Athletic Association Division I program wrestled 5 matches over a 2-day period. Serum samples were collected pre (Pre) and immediately postmatch (Post) for the determination of Tes, cortisol (Cort), Tes/Cort, and epinephrine (Epi). The subjects had a combined record of 34 wins, 31 losses, and 4 ties. Testosterone increased (p < 0.05) for both winners and losers, but the increase was greater for winners (X ± SE; nmol·L; winners, pre = 16.4 ± 1.2, post = 23.2 ± 1.5; losers, pre = 14.8 ± 1.0, post = 19.4 ± 1.2). Cortisol and Epi increased similarly for both winners and losers, whereas the Tes/Cort ratio was unaltered at any time. Relative changes in the Epi response (%Δ) for losers were correlated to %ΔTes (r = 0.91), whereas winners did not exhibit similar relationships (r = 0.09). These data suggest that winning wrestlers may use a different regulatory mechanism for their acute Tes responses than losers who appear to depend on sympathetic regulation. Additionally, these data from humans support the biosocial theory of status and the challenge hypothesis developed for competing males in other species.