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São Paulo, São Paulo, Brazil
Professor da EEFE-USP; Praticante e Pesquisador de Judô; Preparador físico de atletas de modalidades esportivas de combate.

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domingo, 9 de janeiro de 2011

Mortes em crianças japonesas praticantes de judô

Dica do Marcus

Child Judo Deaths Strike Fear in Japanese Parents
January 02, 2011
Tokyo. Research showing that an average of four children die each year during judo lessons in Japan has alarmed some parents as the country prepares to introduce martial arts as a compulsory school sport.
Yoshihiro Murakawa is one of those concerned about the government’s plan, because he is convinced his 12-year-old nephew died in a reckless judo practice.
The Japan Judo Accident Victims Association, which Murakawa helped create with other families last March, has urged the government to set safety guidelines for judo at school.
“Many factors are involved here,” Murakawa said of his nephew Koji’s death during judo club training. “First of all, many judo instructors at Japanese schools are too ignorant about what to do when a serious incident occurs.”
Murakawa also criticized some judo instructors for neglecting safety measures, such as letting children rest properly.
Koji’s mother had asked for special attention to be paid to him when he joined the judo club at a middle school in central Shiga prefecture, because he had an asthma problem.
But one afternoon in July 2009, Koji was still tackling older students and the instructor in the freestyle randori training despite being exhausted, Murakawa quoted students as saying.
After a final throw, Koji lost consciousness and fell into a coma before dying a month later, Murakawa said.
At least 110 children were killed in school judo practice over 27 years from 1983, according to research by Ryo Uchida, an assistant professor at Aichi University of Education.
“In judo, the number of cases in which trainees die due to techniques unique to the sport such as throwing is significantly high,” Uchida said.
In 2009 and 2010, 13 children have died and the latest case, involving a 6-year-old boy, occurred in November, a local newspaper reported.
Parents have been alarmed by the statistics because Japan plans to introduce traditional martial arts, including judo, as a required subject not only for boys but also girls at middle schools from 2012. Middle school pupils are aged between 12 and 15.
Uchida warned that more children would be exposed to a risk of serious injuries when judo became part of the official curriculum.
“Judo is an inspiring sport and very educative to one’s mind,” Uchida said. “But schools must have a safety guideline.”
Fonte: http://www.thejakartaglobe.com/sports/child-judo-deaths-strike-fear-in-japanese-parents/414631

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Lesões em artistas marciais

BMC Public Health. 2010 Dec 30;10(1):795. [Epub ahead of print]


Characteristics of martial art Injuries in a defined Canadian population: a descriptive epidemiological study.
McPherson M, Pickett W.

Abstract
ABSTRACT: Background The martial arts have emerged as common activities in the Canadian population, yet few studies have investigated the occurrence of associated injuries on a population basis. Methods We performed such an investigation and suggest potential opportunities for prevention. The data source was 14 years (1993 to 2006) of records from the Kingston sites of the Canadian Hospital Injury Reporting and Prevention Program (CHIRPP). Results 920 cases were identified. Incidence rates were initially estimated using census data as denominators. We then imputed annual injury rates per 10000 using a range of published estimates of martial arts participation available from a national survey. Rates of injury in males and females were 2300 and 1033 per 10000 (0.3% participation) and 575 and 258 per 10000 (1.2% participation). Injuries were most frequently reported in karate (33%) and taekwondo (14%). The most common mechanisms of injury were falls, throws and jumps (33%). Fractures (20%) were the most frequently reported type of injury and the lower limb was the most common site of injury (41%). Conclusions Results provide a foundation for potential interventions with a focus on falls, the use of weapons, participation in tournaments, as well as head and neck trauma.
Acesso ao artigo na íntegra: http://www.biomedcentral.com/1471-2458/10/795

Fico pensando como é que as pessoas se machucam fazendo tai-chi...

Blog do Cruz

Dica do Fabrício e do Fábio:
Com dinheiro em caixa, judô é destaque em pódios internacionais

Enquanto é bombardeada pelos gravíssimos problemas nos aeroportos brasileiros, provocando prejuízo aos usuários, a Infraero dá uma boa notícia para o esporte. A direção da empresa confirmou para 2011 a renovação de patrocínio com a Confederação Brasileira de Judô (CBJ) pelo sexto ano consecutivo
Surpreendentemente, porém, apesar da evolução da modalidade, com conquistas internacionais importantes, os valores são os mesmos da temporada passada: R$ 1,5 milhão e mais R$ 250 mil para o projeto “Avança Judô”.
Fontes
Os valores totais da receita da CBJ em 2010 ainda não foram divulgados em seu site, mas em 2009 a confederação recebeu R$ 10,2 milhões de patrocínios. Entre os parceiros estão, além da Infraero, o Bradesco, Cielo, Scania e Ticket.
Com outras receitas, como recursos da Lei Agnelo Piva, da qual recebeu R$ 2,5 milhões, a Confederação de Judô teve um faturamento total de R$ 13 milhões, em 2009. Os dados estão no balanço da CBJ.
Além disso, entre 2007 e 2008, o judô teve o caixa fortalecido com R$ 3,8 milhões da Lei de Incentivo ao Esporte.
Resultados
Com dinheiro, os judocas das equipes nacionais tiveram bom desempenho em eventos internacionais, em 2010.
Segundo a assessoria de imprensa da Infraero foram conquistados 258 pódios em 30 eventos disputados, média de 8,5 conquistas por competição. Leandro Guilheiro e Rafael Silva foram os que mais ganharam títulos no exterior, seis cada um.
Análise I
Apesar dos ótimos recursos, com a CBJ registrando superávit de R$ 3 milhões, em 2009, e excelentes resultados das equipes de várias categorias, recebo reclamações de atletas e pais de jovens judocas. Ambos pedem para não serem identificados temendo represálias. Lamentavelmente, isso é normal, estamos no Brasil.
O problema é que o dinheiro concentra-se na preparação de equipes e não chega à iniciação, à base, onde estão muitos atletas prontos para evoluir em suas respectivas categorias. E, sem incentivo, nem sempre podem viajar para competições que lhes garantam evolução no ranking e, assim, aumentar o número de competidores por um lugar no pódio.
Isso se repete na maioria das modalidades olímpicas.
Vou tentar uma entrevista ao presidente da CBJ, Paulo Wanderley, para esclarecer sobre esta questão.
Análise II
O atleta vitorioso – espécie de outdoor ambulante – é uma excelente vitrine para o patrocinador. Entrevistas, viagens, pódios, fama, tudo contribui para dar visibilidade à marca das empresas que investem no esporte.
No caso do judô, e mesmo com o apoio financeiro recebido, nossos atletas carregam um peso a mais em seus uniformes, pois a Infraero é responsabilizada pelo caos nos aeroportos do país, como que se verifica neste início de ano.
E isso ocorre porque os partidos políticos, vorazes devoradores de cargos públicos e com perfis mais para a corrupção do que para a construção, insistem em assumir no lugar de gente especializada. É o que a presidente Dilma quer impor em seu governo, mas o PMDB briga para manter a confusão nomeando seus partidários.
Repercussão
A revista The Economista publicou recentemente reportagem sobre os eventos esportivos no Brasil – Copa e Olimpíada – que atinge diretamente a Infraero, mesmo sem ser citada.
“Em uma conferência em novembro, Giovanni Bisignani, diretor-executivo da International Air Transport Association (Associação Internacional de Transporte Aéreo), definiu a infraestrutura de transporte aéreo do Brasil como um "desastre crescente". E afirmou que se o país quiser evitar uma "vergonha internacional" precisa mudar imediatamente. "Mas não vejo progresso e o relógio está correndo", acrescentou.
Por José da Cruz às 21h12
http://blogdocruz.blog.uol.com.br/arch2011-01-01_2011-01-31.html#2011_01-04_21_12_36-139474431-0

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Leitura para as férias

Comecei hoje, mas já gostei, pois é o primeiro livro em português que vejo desmitificar os samurais, os quais nem por isso deixam de ser menos interessantes do ponto de vista histórico e como referencial para os praticantes de artes marciais ou lutas.